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Aprenda uma receita tipicamente canadense

O MONDO BLU traz hoje para vocês uma receita tipicamente canadense, panquecas matinais com Maple Syrup, o famoso xarope de bordo, retirado dos troncos de árvores típicas do Canadá, aquelas que têm a folhinha característica da bandeira do país…


Bem pequena quando provei pela primeira vez o sabor desse xarope em terras americanas. Como era bom acordar e sentir o gostinho daquelas panquecas superfofinhas envolvidas por aquele líquido dourado e doce. Acho que foi aí que comecei a gostar de culinária. As panquecas, consegui reproduzi-las fielmente, anos mais tarde. Mas o tal xarope sempre era substituído, pois não tinha como adquiri-lo por aqui. Sempre trouxe algum vidrinho na bagagem, quando voltava àquela região. Amigos viajantes costumavam me presentear com maple syrup, pois sabiam o quanto aprecio o produto. Atualmente disponível no comércio nacional, fazer e experimentar novas receitas ficou mais fácil e posso afirmar que substituir o tradicional açúcar branco ou o mel pelo xarope de maple tem me proporcionado boas surpresas na cozinha.

O maple syrup é feito da seiva de uma árvore que no Brasil é chamada de bordo. Árvore típica do Canadá e símbolo desse país, o bordo necessita das baixas temperaturas do inverno para armazenar amido em seu tronco. Com a chegada da primavera, o amido é transformado em sacarose líquida dentro do vegetal. Para recolher tal líquido os produtores fincam bicos nas árvores e deixam escorrer a seiva, que é aparada em baldes também acoplados aos troncos. A produção continua por todo o verão e é finalizada com a chegada do frio. Os primeiros baldes da primavera produzem os melhores xaropes. Diferenciadas por grades, a cor e a textura do xarope determinam sua utilização. Os mais clarinhos e de sabor suave são indicados para ir levar direto à mesa. Os mais escuros e densos são indicados para culinária de forno e fogão.

O syrup é obtido pela técnica da redução, concentração e evaporação. Totalmente natural, são necessários 150 litros de seiva para se conseguirem quatro litros de xarope. O puro maple syrup, diferentemente do açúcar retirado da cana, contem minerais, como magnésio e potássio em sua composição. O que é uma grande vantagem na hora de se utilizar o produto. A grande maioria da produção é canadense. Entretanto, no Nordeste dos Estados Unidos, na região de Vermont e por todo o estado do Maine encontra-se uma considerável plantação de bordo para produção do xarope.

Nos cardápios canadenses e americanos é muito comum encontrarmos carnes de porco e frango caramelizadas com maple syrup. Bolos e bolinhos como muffins, biscoitos de várias espécies, musses, geleias, molhos, sorvetes, pudins e tortas ganham sabor com o ingrediente. Já fiz redução de vinagre balsâmico com o xarope para temperar saladas e o resultado foi surpreendente. Já substituí o mel naquele tradicional molho de mostarda para acompanhar salmão e, da mesma forma, fiquei bastante satisfeita. Os precinhos por aqui não são nada doces, mas vale a pena a aquisição. Para começar, uma simples panqueca poderá encantar. Mas não economize na criatividade quando for utilizar o produto.

*Formada em Jornalismo pela Puc-Minas e em Gastronomia pela Estácio de Sá

 

Panquecas com maple syrup

Ingredientes

1 e ½ xícara de chá de farinha de trigo, 2 xícaras de chá de leite integral

2 colheres de sopa de manteiga derretida, 1 colher de chá de fermento em pó, Manteiga para untar e 1 vidro de xarope de maple

Modo de preparo

Bata no liquidificador o leite, a farinha, a manteiga e o fermento. Leve à geladeira por uma hora. Aqueça uma frigideira antiaderente e pincele-a com manteiga. Coloque uma concha da massa bem no centro da panela. Frite por um minuto. Vire a panqueca com o auxílio de uma espátula e frite por mais um minuto. Repita esse procedimento até terminar toda a massa. Sirva com o xarope de maple.


Por Patricia Crespo, para o UAI, em 2014 – LINK ORIGINAL

Saiba quais países exigem o certificado de vacinação de febre amarela

O Brasil apresenta áreas de risco para febre amarela, principalmente nos estados da Bahia, do Espírito Santo, de Minas Gerais e de São Paulo. Por isso, os clientes devem ficar atentos às exigências de vacinação contra essa doença em determinados destinos. África do Sul, Austrália, Bahamas, Bolívia, China, Cingapura, Colômbia, Índia, Jamaica e Paraguai são localidades que já exigiam o comprovante dessa vacina dos brasileiros. Já na Argentina, no Equador e no Peru, a vacina contra febre amarela é recomendada.

De acordo com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), desde 6 de fevereiro, Cuba, Nicarágua, Panamá e Venezuela passaram a exigir o certificado de vacinação contra a febre amarela aos visitantes com origem no Brasil (com exceção de passageiros em escala ou conexão nesses países).

Vacina

A vacina está disponível em postos de saúde. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), uma única dose é suficiente para a imunização, devendo ser feita, pelo menos, dez dias antes do embarque. A vacina deve ser registrada no Certificado Internacional de Vacinação ou Profilaxia (CIVP) ou carteira de vacinação internacional.

Para mais informações sobre as localidades que recomendam ou exigem a vacina de febre amarela, acesse o site: http://viajante.anvisa.gov.br/viajante/paf_web_frmRoteiroViagem.asp


Luciano Boiteux

Breakfast em Vancouver

O café da manhã é nossa principal refeição e os canadenses levam isso muito a sério. Existem muitos cafés e restaurantes dedicados ao chamado “all-day-breakfast”. Isso mesmo. Se você tiver um amigo canadense, não se espante se vocês forem sair para comer às 4 da tarde e ele pedir “breakfast” ao garçom. Isso porque normalmente esta refeição é geralmente muito bem servida, tipicamente constando de 2 ovos (feitos à sua escolha), torradas, bacon, queijo, frutas, café com leite ou chá, geléias e mais extras se você quiser. E sāo tradicionalmente bem mais barato que um almoço propriamente dito.
Um dos lugares onde os “Vancouverites” (é o nome que se dá para quem nasce em Vancouver) mais freqüentam é o moderninho “Bandidas Taqueria“, que apesar de ser basicamente dedicado a vegetarianos e veganos (quase uma maioria em Vancouver), os carnívoros de plantão também têm opções de escolha. O maior prato, o “Mexican Breakfast” sai por $10.
Outra opção queridinha dos locais e bem mais ao gosto dos apreciadores de carne é o Sophie’s Cosmic Cafe , do lado west da cidade, ou seja, um espaço “coxinha” por excelência. Lá, o mais pedido é o “Sophie’s Steak & Eggs“, prato bem servido com carne, bacon, ovos, café com leite e sucos variados, por $18.

Sophie’s Cosmic Cafe

Agora é só escolher sua tribo e… bom café da manhã! (mesmo que seja às 4 da tarde!)


Alberto Escosteguy

Dica para comer barato em Vancouver

Nem só de aventuras vive um viajante. Vancouver é uma das mais caras cidades do mundo, rivalizando com Tokyo e Nova York. Portanto, ao menos na alimentação dá para dar uma refrescada, se você comer onde os locais vão. Em EastVan, uma das melhores opções, sem dúvida, é o famosíssimo TENTATSU. Famoso entre os locais. Você pode comer. O maior prato deles (e é muito bem servido!) custa CAD$10. E faça como os canadenses: NUNCA peça NADA em lugar nenhum além de TAP WATER para beber: é de graça, boa e segura. E nāo engorda.


http://www.tentatsusushi.com


Alberto Escosteguy

Equipamentos essenciais para o viajante aventureiro

Se você gosta de aventuras, viajar de mochila nas costas para lugares diferentes, curtindo a natureza e o que ela oferece, acampando no mato ou na praia, com pouca ou muita dependência dos recursos naturais, é importante levar consigo algumas “essencialidades”.

COBERTA DE ALUMÍNIO

Pode parecer besteira, mas muitos aventureiros já pereceram porque foram surpreendidos por uma mudança brusca de temperatura e não tinham – justamente por viajarem com pouquíssima bagagem – nada para se aquecer. Uma coberta de alumínio, ou saco de dormir de emergência, pesa cerca de 100 gramas, ocupa pouquíssimo volume e pode fazer a diferença. Custa algo entre 25 e 30reais.

 

 

 

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PEDERNEIRA

Uma pederneira é um pequeno objeto que te ajuda a acender uma fogueira. Para fazer fogo e conseguir se aquecer, ou mesmo afastar animais selvagens, é preciso basicamente de algum material que pegue fogo facilmente e faíscas. E, acredite, produzir faíscas não é a coisa mais fácil do mundo. Com uma pederneira, você raspa uma barra de metal duro em uma haste de magnésio, acendendo o estopim com certa facilidade. E aí adiciona gravetos secos, folhas… para depois colocar galhos maiores.

 

 

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GARRAFA TÉRMICA

Existem garrafas térmicas de vários materiais e volumes. Obviamente que, em um mundo civilizado, você pode comprar uma garrafa de água mineral antes de começar a sua aventura. Quase ninguém pensa em uma garrafa térmica… até se aventurar em baixíssimas temperaturas e descobrir que sua água virou gelo e não terá como beber sem rasgar a garrafa e aquecer a água… É bem chato! Existem garrafas pequenas, de meio litro, até as grandes, de 1,5 litros ou mais, mas recomendamos que seja de alumínio e tenha ao menos 600 ml. Este modelo da foto pode ser melhor fixado à sua mochila. Custa de 30 a 44 reais.

 

 

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CARTÃO DE UTILIDADES

Um cartão de utilidades, em ambiente urbano, pode ser um Amex ou Visa, mas no mato ele servirá para pouca coisa. Se você tiver um cartão de sobrevivência multifuncional, que custa cerca de 20 reais, com serra, régua, faca, guia de direção, abridor de latas etc., vai ser bem interessante.

 

 

 

 

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PURIFICADORES DE ÁGUA

É importante lembrar que a água que você carrega em seu recipiente é para emergências. Se você está em uma trilha de mais de um dia, terá, em algum momento, que usar a água que encontrar, para escovar os dentes, se refrescar, se lavar ou mesmo beber. Se puder ferver a água por ao menos 10 minutos, ela ficará livre de parasitas e bactérias, ainda que não tenha a melhor das aparências. Mas nem sempre é possível fazer isso. Compra as pastilhas de Cloro-in ou as gotinhas de Hidrosteril, utilize-as de acordo com as instruções da embalagem e proteja a sua saúde.

 

 

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REPELENTE DE INSETOS

Além de serem vetores de diversas doenças, como a febre amarela, chicungunya, dengue etc., os mosquitos causam um certo desespero nos aventureiros, principalmente em matas úmidas e tropicais. A melhor maneira de evitá-los é utilizando repelentes, de preferência os que têm efeito mais prolongado, como o Exposis Extrême, que custa cerca de 50 reais, mas protege por 10 horas quando aplicado corretamente.

Por hoje é só. Nos próximos posts, mais dicas MONDO BLU para os aventureiros!

Viu o da mochila? E o da lanterna?

 

 

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Luciano Boiteux