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Saiba quais países exigem o certificado de vacinação de febre amarela

O Brasil apresenta áreas de risco para febre amarela, principalmente nos estados da Bahia, do Espírito Santo, de Minas Gerais e de São Paulo. Por isso, os clientes devem ficar atentos às exigências de vacinação contra essa doença em determinados destinos. África do Sul, Austrália, Bahamas, Bolívia, China, Cingapura, Colômbia, Índia, Jamaica e Paraguai são localidades que já exigiam o comprovante dessa vacina dos brasileiros. Já na Argentina, no Equador e no Peru, a vacina contra febre amarela é recomendada.

De acordo com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), desde 6 de fevereiro, Cuba, Nicarágua, Panamá e Venezuela passaram a exigir o certificado de vacinação contra a febre amarela aos visitantes com origem no Brasil (com exceção de passageiros em escala ou conexão nesses países).

Vacina

A vacina está disponível em postos de saúde. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), uma única dose é suficiente para a imunização, devendo ser feita, pelo menos, dez dias antes do embarque. A vacina deve ser registrada no Certificado Internacional de Vacinação ou Profilaxia (CIVP) ou carteira de vacinação internacional.

Para mais informações sobre as localidades que recomendam ou exigem a vacina de febre amarela, acesse o site: http://viajante.anvisa.gov.br/viajante/paf_web_frmRoteiroViagem.asp


Luciano Boiteux

Largar tudo e viajar: por que e como? Uma Meta-postagem

Mikonos, Grécia, 2016

As duas perguntas que mais ouço sāo por que eu larguei tudo e decidi ser blogueiro de viagem e como funciona. Bem, se você tem acompanhado nossos posts e está lendo este agora é porque, de alguma forma, há certa identificaçāo com o tema, nem que seja mera curiosidade. Resolvi, entāo, discorrer brevemente sobre o assunto, em uma meta postagem, como diriam os linguistas (meta= falar sobre ou estudar a si próprio).

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As principais indagações que me chegam quando comento que larguei tudo para viajar sāo: “por que?” (e esta é fácil de responder) e “como você faz isso?”

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Vamos tentar responder. Assim como para o “filósofo ser filósofo” é crucial e indispensável que ele tenha tido o chamado “Thauma filosófico” ( o “έκπληξη“), no qual tudo a sua volta passa a ser espantoso, maravilhoso e,sobretudo, lógico. A folha que cai no outono, a brisa no rosto, as perguntas do filho pequeno, o cachorro feliz ao lhe ver, enfim, tudo parece espantoso e merecedor de investigaçāo e observaçāo. Nada mais deixa de ter importância e, como já mencionei, tudo lhe parece muito lógico. A filosofia, como ciência essencialmente matemática, busca a lógica e a explicaçāo para tudo. Até mesmo para o que nāo podemos ver, como tāo bem discorreu Platāo em sua teoria do “mundo das ideias”. Talvez esta tenha sido a razāo de eu ter cursado filosofia na universidade antes de me decidir pela psicologia.

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Pois bem, o viajante passa pelo mesmo processo. Nada mais para ele parece ser naturalizado, usando uma terminologia da psicologia social. Tudo a sua volta merece explicaçāo e investigaçāo. No caso do viajante, porém, adiciona-se um toque de antropologia cultural (caso contrário, nāo haveria a necessidade imperativa de viajar), no qual a cultura passa a ser protagonista. Por exemplo, perguntas como “até que ponto a colonizaçāo de exploraçāo portuguesa realmente influencia a índole e os traços do povo brasileiro?” passam a ser a bússola para novos destinos. O espanto (Thauma) de perceber a sua volta os mesmos padrões se repetindo, aliados a um enorme interesse de conhecer mais sobre determinado tema, o impulsiona a conhecer outros lugares e faz com que o desejo de viajar passe a ser quase como que incontrolável.

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Tomando como exemplo um desses viajantes, ao partir pelo Brasil, em busca de respostas, ele passa a se interessar por aspectos que o turista dificilmente atentaria, como por exemplo, se espantar com um senhor já idoso sentado em uma cadeira de balanço ao lado da porta entreaberta de um casarāo que pela sua simples existência nos dá uma aula de história ao lermos o escrito marcado na parede, ao lado: Século XVII A.D.. O turista acharia interessante, talvez valesse uma foto ou uma selfie e seguiria seu caminho. O viajante se detém ali, observa a cena e começa a se perguntar até que ponto a história da casa influenciaria seu atual inquilino ou vice-versa. Ele vai até o senhor ali sentado (além de tirar a mesma fotografia do turista, claro. Já a selfie...enfim.) e puxa conversa, sentando na calçada ao lado do morador. Em pouco tempo, o viajante já descobriu que a família de Seu Juliano, ou “o Comendador”, como era conhecido, mora ali desde incontáveis geraçōes passadas e após algum tempo ali sentado, o viajante acaba por ser convidado para entrar e tomar um cafezinho para “entreter a prosa”. E nesta prosa, as perguntas que o levaram para a estrada aos poucos começam a ser respondidas.

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Este exemplo é real. Este viajante sou eu. E a casa está às margens do Velho Chico, no interior de Alagoas. Assim, foi desta forma que este viajante percebeu que nāo teria mais como voltar para sua cidade e repetir a mesma rotina todos os dias, pois as perguntas nāo seriam mais respondidas. O Thauma nāo seria satisfeito.

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Passemos à outra pergunta que sempre escuto, aquela do “como você faz isso?”. Uma das formas de responder a esta questāo é você acompanhar nossas postagens e divulgá-las. A partir daí, a dinâmica do nômade digital se completa. Ou seja, sem você, que nos lê agora, o viajante nāo existe, mas esta prosa nos levaria a terremos lacanianos e nāo é isso que queremos! Portanto, é necessário uma parceria e cumplicidade entre aquele que se espantou de tal forma que somente a observaçāo participante (a viagem) poderia trazer alguma resposta ao viajante, com aquele outro que nāo se espanta com a folha que cai no outono mas acha fascinante a ideia de que alguém se espante com isso e tem vontade de descobrir como é tal experiência. Contudo, ele nāo necessita da observaçāo participativa. A leitura e as conversar com quem viaja lhe sacia muitas dúvidas. Talvez ele tenha até mesmo planos de fazer o mesmo por alguns meses, ou durante um fim de semana prolongado ou quem sabe quando se aposentar.

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Talvez, ainda, ele queira que sua filha, ainda pequena, saiba que o mundo nāo é simplesmente ver uma folha caída no chāo em uma tarde de outono e pisar nela ao passar, mas , antes, se perguntar como ela foi parar ali. Mesmo que para isso, nāo seja necessário tornar-se botânica.

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Mas nāo é só isso. É primordial um outro parceiro, alguém em quem se possa confias sem reservas, alguém que você admire e sabe que é mais centrado e mais responsável que você. Alguém que possa que puxar a orelha e até bater na mesa e gritar com você, porque você se espanta tanto com as coisas que esquece das regras ortográficas ao postar seus textos ou resolve ir a um país sem passagem de volta e é deportado. Esta pessoa é fundameantal para o projeto existir. Ele é seu superego, se quisermos uma terminologia freudiana, é a pessoa que faz as coisas acontecerem. Normalmente ele é responsável pela parte técnica do website, da divulgaçāo e das diretrizes do projeto, tais como que destino escolher a partir da audiência que estamos tendo e que tipo de matéria produzir.

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No caso do Mondo Blu este profissional é o Luciano Boiteux que, apesar do nome chique, é uma pessoa maravilhosa e na qual eu confio para assuntos blogueiros e extra-blogueiros. Se o viajante nāo tem este parceiro, é bem provável que o projeto nāo aconteça.

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De forma resumida, estas são as respostas de por que alguém largaria tudo para viajar e como funciona o processo. Encerrando, convidamos-lhe a continuar viajando conosco e, quem sabe, a partir de hoje, procurar observar um pouco mais as folhas caindo ou a brisa que acaricia seu rosto.


Alberto Escosteguy

Dicas de um viajante experiente

Quem faz viagens de aventura, exóticas ou de voluntariado, é muito comedido na hora de arrumar as malas. Muito volume dá muito trabalho. Alberto Escosteguy partiu há 2 dias para o Canadá, e depois irá iniciar a viagem para a Ásia, que documentaremos aqui, dia após dia. Viajou sem despachar bagagem, com apenas uma mala de mão e uma mochila.

E outra: vestiu trajes confortáveis para não ter problemas durante o vôo, e também para aproveitar suas 15 horas em São Francisco, conexão de seu trajeto.

Chinelos, calça jeans, um casaco… pouca coisa mesmo.

Alberto tinha seu roteiro preparado quando descobriu um grupo no Facebook onde um guia balinês falava sobre a região, os passeios e as atrações. Mudou tudo. Para melhor. Falaremos disso mais adiante…


Luciano Boiteux

Como Economizar com Comida e Bebida durante a sua Viagem

Eu ia escrever sobre o tema mas, pesquisando na web, encontrei essa matéria super interessante, do site FORA DA ZONA DE CONFORTO, e resolvi reproduzir, dando o devido crédito.


 

Já houve o tempo em que eu comia mal quando mochilava. Na tentativa de economizar eu acabava vivendo de noodles, cachorro-quente, Mcdonalds etc., mas com o tempo eu percebi que não dá para economizar com a nossa saúde. Além do mais, mochilar requer muito do corpo, você anda muito e na maioria das vezes com uma mochila pesada nas costas, dorme mal (quer queira quer não, dividir o mesmo quarto com até 40 pessoas como fiz uma vez na Noruega, não é fácil). Sendo assim comer de uma forma minimamente saudável vai evitar que você fique doente e passe um dia maravilho em Paris de cama, ou cancele aquele passeio que você já tinha pago, pois pode acreditar, vai ser um parto conseguir qualquer dinheiro de volta.

O que faço atualmente é um conjunto de ações para que eu tenha quase sempre comida disponível e a um valor baixo.

Abasteça no supermercado ao chegar à sua acomodação: Chegando ao seu destino (albergue, casa, hotel, camping), pergunte onde é o mercado mais próximo e se abasteça, assim quando você estiver passeando pelas ruas, montanhas, trilhas etc., você não passará fome tendo que comprar um salgado em qualquer lugar que vai sair mais caro e provavelmente menos saudável. Eu não sou exatamente um nutricionista mas gosto de ser saudável e me preocupo com o que como e é isso o que eu geralmente compro e levo comigo durante o dia: Fruta como maçã ou banana (lembrando que banana madura pode fazer um estrago dentro da sua mochila apertada), castanhas (amendoim é geralmente o mais barato), pão integral com algum recheio à parte, iogurte de beber (dá para guardar aberto durante o dia se você estiver em uma região fria);

Aproveite o café da manhã para comer bem e compensar o resto do dia: Que atire a primeira pedra quem nunca fez um “sanduichinho” daquele café da manhã grátis do Albergue! Obviamente não se deve abusar dessa facilidade, não é porque o café da manhã está incluso no preço que você vai fazer 5 sanduiches, levar 5 frutas e encher a sua garrafa com o suco de laranja deles. Normalmente o que eu faço é comer BEM no café da manhã e levar algo para beliscar… detalhe: seja discreto!

Cozinhe no Albergue ou na casa onde estiver, é muito mais barato do que comer fora: Eu sei que seria muito mais show ter um jantar na varando de um café tradicional observando o Arco de Triunfo em Paris. O problema é que na maioria das vezes mochileiro não tem dinheiro para jantar fora ou em lugar caro. A não ser que experimentar a comida local seja um dos focos da sua viagem. Sendo assim, a ideia mais em conta é realmente preparar a comida no Albergue.

Existe o lado positivo. Eu já conheci uma galera em Albergue e acabamos indo fazer as compras juntos, dividimos tudo e cozinhamos juntos. O bom é que você pode até conhecer alguém que sabe e gosta de cozinhar e você vai acabar comendo muito bem. no meu caso eu compenso lavando toda a bagunça no final. Fora a parte social de conhecer outros mochileiros que para mim é sempre uma das coisas mais importantes de qualquer viagem.

Se você estiver sozinho, lembre-se de não comprar muita coisa para cozinhar se você estiver indo embora no dia seguinte, senão pode sobrar muito. Além de ter peso a mais para carregar, leite e manteiga não são coisas para se levar na mochila. Nesse caso vale deixar na seção de “Free Food” (comida grátis) que toda albergue decente tem. Pode-se também fazer uso dessa mesma comida grátis. Uma vez, em um albergue no norte da Escócia, eu consegui preparar uma macarronada ao Pesto com verduras sem pagar um centavo!! Tudo usando o resto de comida grátis que havia disponível.

Isso vale muito para países desenvolvidos onde comer na rua é caro. Em alguns lugares na América do Sul, África e Ásia, comer na rua é tão barato que nem vale à pena perder tempo cozinhando. Ovos, pão, macarrão com atum, frango e arroz, cereal com aveia e leite são fáceis e baratos para se preparar.

Comer na rua faz parte da experiência mas cuidado onde vá comer: Obviamente uma grande parte do prazer de viajar é experimentar a comida local. Imagine ir para São Paulo e não comer um pastel de feira! O problema é que normalmente bons restaurantes são caros e se você comer em alguma barraquinha de rua pode vir a ter surpresas desagradáveis. Lembro-me de um albergue em que fiquei por 3 dias na Guatemala e durante esses 3 dias havia 4 garotas Inglesas que dormiam abraçadas à privada de tanto que estavam passando mal por algo que haviam comido na rua. Ao mesmo tempo eu já tive um belo almoço na Tailândia por 1 dólar em um beco no meio de uma feira popular com higiene contestável e não me aconteceu nada… tem que avaliar a pinta do lugar, ver se tem muitos clientes e contar um pouco com a sorte.

Leve a própria garrafinha e abasteça com água grátis sempre que possível: Importantíssimo quando está se está viajando, principalmente se for um lugar quente. Desidratação te deixa cansado, com dor de cabeça e até doente, e às vezes você nem vai saber que o cura é simplesmente tomar mais água! Bom, se você está em um país ou cidade onde a água de torneira é potável, tenha sempre em mãos uma garrafinha e encha sempre que possível. Acredite, em algumas cidades europeias você chega a pagar 3 euros por uma garrafa de 500 ml no “camelô”. Se você encher sempre que for ao banheiro ou em bebedouros, no final do dia será uma grande economia.

Caso a água não seja potável, ou até em casos extremos como na Índia, onde se recomenda escovar os dentes com água de garrafa, você terá que estar sempre comprando água.

DICA 1: CUIDADO AO COMPRAR ÁGUA DE CAMELÔ. Em alguns lugares eles pegam garrafas plásticas usadas, enchem com qualquer água e colocam uma tampa com lacre como se fosse nova… a diarréia vem depois… e pessoalmente eu não conheci muitas pessoas que estiveram na Índia e não tiveram problemas intestinais.

Se você estiver no campo, pergunte aos locais em que riachos a água é potável, mas lembre-se, o organismo deles está acostumado àquela água, o seu não. Por via das dúvidas você pode levar aqueles tabletes que purificam a água, mas não é muito bom abusar, melhor ser usado só em emergência. Outra opção são garrafas que já vêm com um purificador embutido.

Uma vez na Bolívia uma local me falou que é muito fácil distinguir um viajante do povo local. Em geral eles são mais claros e altos e estão sempre com uma garrafa de água na mão!!

DICA 2: IMPORTANTE INFORMAÇÃO SOBRE BANHEIROS PARA NÃO TER QUE FICAR PAGANDO PARA USAR. Como eu já disse antes, ficar sempre hidratado é importantíssimo, mas tem a sua desvantagem… você precisará ir ao banheiro constantemente. Se você estiver no campo esse problema é resolvido facilmente. Quando você está na cidade o buraco é mais embaixo. Algumas cidades como Budapeste cobram para se utilizar banheiros públicos. Um euro aqui outro ali e o orçamento vai apertando.

A minha tática é tentar segurar até quando eu for para algum lugar onde haja banheiro de graça como museus, shoppings, rodoviárias ou ferroviárias (em El Salvador o preço dependia se era número 1 ou 2!). Você também pode pedir gentilmente em um bar ou restaurante se pode usar o banheiro… boa sorte com isso em Paris! Ou simplesmente entrar na cara de pau em hotéis para usar o da recepção, prédios de escritório e restaurantes movimentados.

Lembre-se apenas de sempre ter um apanhado de papel higiênico com você. Dependendo da região do mundo que você esteja viajando, papel higiênico vale mais que ouro!

Festa é bom, então economize na compra de álcool: Sem hipocrisia aqui. Festa também faz parte de muita viagem e álcool quase sempre vem acompanhado. Se você está dormindo em albergue, fazer esquenta com os outros viajantes antes de sair jogando drinking games (jogos de carta regados a álcool) é quase um ritual dos mochileiros. Nesse caso o ideal é que você já tenha comprado a sua cerveja, vodca, o que seja que você bebe em algum supermercado antes. Assim além ser uma excelente forma de socializar e já sair do albergue para a balada com uma galera, você ainda economiza pois não vai chegar no bar ou Club completamente sóbrio.

Detalhe para Países Escandinavos. Uma vez que o álcool é muito taxado por lá, ficar alcoolizado nesses lugares é MUITO caro, mesmo comprando em supermercados. O ideal é que você traga o seu álcool de algum outro país mais barato (da Estônia quando for para Finlândia, por exemplo) ou compre no Duty Free se chegar de avião por lá. Atenção também ao horário de venda de bebidas alcoólicas. Em alguns países como Noruega, Macedônia entre outros, você não poderá comprar álcool na rua depois de certo horário, ou até mesmo em bares. Sendo assim, informe-se desses horários e programe-se na compra da birita.

Na maioria dos estados Americanos, na Austrália e alguns outros países você não pode beber na rua sendo passível de multa e apreensão pela polícia.

E obviamente em muitos países islâmicos o álcool é proibido na maioria dos locais públicos. Vai no Narguilé mesmo!

Por último, a respeito de álcool, como em todo lugar do mundo, atenção quando pedir bebidas em bares. Como você é um turista, será mais visado e a vítima ideal para o golpe do ‘Boa noite Cinderela” (basicamente colocam algum tipo de droga na sua bebida você perde a consciência e acorda no dia seguinte sem lembrança e sem pertences). Eu já ouvi umas estórias feias a esse respeito.

E você, tem alguma boa dica de como se alimentar bem e de uma forma econômica durante a sua viagem?? Dê o seu testemunho na área de comentários ou escreva-me se ainda tiver alguma dúvida não esclarecida no texto e eu tentarei te ajudar da melhor forma possível. Não se preocupe, você não precisa se identificar ou colocar seu email para comentar.

Boas viagens!!


O post é do Rodrigo – http://foradazonadeconforto.com/sobre/

Lanterna Toolmix bivolt recarregável

Sim, você precisa de uma boa lanterna. Muitas opções de voluntariado, ou mesmo de viagens exóticas, envolvem um contato amplo e direto com a natureza. E, não sei você, mas eu não fico nem um pouco confortável no escuro, em qualquer lugar que não seja a minha casa. Uma boa lanterna deve:

  • ser recarregável. Pilhas e baterias são caras;
  • ser de LED. A tecnologia é moderna, barata, leve e com bom desempenho;
  • ser bivolt. Nem todo lugar tem a mesma voltagem de nossas casas;
  • iluminar bem;
  • ter a bateria durável;

Indicamos a lanterna Toolmix porque esta possui todas as características acima. Pode ser usada durante 8 horas na luz máxima, ou 16 horas na posição econômica. Seu facho é do tipo farol, e seus 3 LEDs garantem a tranqüilidade do viajante aventureiro.


Luciano Boiteux